• Vivência da brincadeira do bumba-meu-boi, conhecendo sua origem e suas diferentes expressões regionais, a partir de propostas lúdicas que prepararam as crianças para o folguedo. Além dos aspectos históricos do folguedo, os participantes terão a oportunidade de conhecer a dramaturgia e a expressão de ritmos tradicionais (cantigas, toadas, instrumentos artesanais e percussão típica.
  • As práticas aqui propostas trazem à tona elementos tradicionais do circo e instigam os participantes a buscarem um pouco mais de informação sobre si. Busca-se o palhaço vivo que reside em cada um, a criança que nunca morre, o inusitado que surpreende, o riso que retorna sempre e, para isso, é necessário que cada participante reconheça-se em si mesmo, apodere-se e acredite em seus potenciais. Trata-se, pois, de uma oficina que trabalha insistentemente com a valorização da auto-estima do aluno.
  • Esta oficina propõe a experiência teatral a partir da vivência de jogos e exercícios cênicos que estimulam no aluno a interpretação. São observadas diversas formas de atuação e ao longo da oficina são criados sketches teatrais que servirão de base para a apresentação de final de ano.
  • O trabalho com tambores, ritmo, voz e movimento permite aos participantes da oficina praticar música de uma maneira mais ampla. Os alunos construem seus próprios instrumentos e se responsabilizam por eles. Os ritmos brasileiros, quando trabalhados de maneira contextualizada, possibilitam um amplo contato com a história da formação do nosso povo.
  • Esta oficina aborda o jogo dramático infantil a partir de vivências lúdicas com bonecos, onde a confecção e a manipulação são tratadas com simplicidade, instigando os alunos a desenvolverem e exercitarem a criatividade.
  • Esta oficina aborda conceitos musicais oriundos da observação de diferentes estilos musicais, apresentando exemplos e fazendo com que os alunos vivenciem situações de prática musical. As atividades vão da sensibilização rítmica e melódica, até a experiência da composição musical. Os conteúdos são apresentados em forma de brincadeiras e exercícios, criando um ambiente lúdico favorável a aprendizagem.
  • Esta oficina está estruturada tendo em vista as demandas que muito freqüentemente fazem parte do dia-a-dia das crianças. Questões cotidianas como separação e destino do lixo, preservação da vegetação do entorno e mudanças climáticas são exemplos da diversidade de temáticas que uma educação ambiental atende. A criança demonstra interesse nestas questões e os grupos infantis são ambientes propícios para o desenvolvimento destas temáticas, pois o trabalho em grupo potencializa os resultados.
  • Este curso oferece aos participantes o aprimoramento da técnica do desenho. A habilidade exercida por uma pessoa, na construção de um trabalho de arte, está ligada à sua auto-imagem e conseqüentemente a sua auto-estima.
  • Esta oficina se desenvolve a partir do contato com técnicas de plantio e manuseio de plantas que propiciam uma alimentação saudável. Utilizando aspectos dos conteúdos programáticos, o curso privilegia uma abordagem interdisciplinar, onde os afazeres da horta são diretamente relacionados à matemática, à biologia e à geografia.
  • Esta oficina utiliza recursos de gravação de áudio para criar simulações de programas de rádio, radio novelas, propagandas. A proposta valoriza a criatividade dos alunos, que criam spots, jingles, notícias e depois se ouvem nas gravações.
  • Esta oficina pretende sensibilizar as crianças para que saibam mais sobre a fauna e a flora silvestre. Pouco sabemos sobre as plantas e os animais silvestres da nossa região e é muito mais comum nos depararmos com atividades em salas de aula onde o elefante ou a girafa aparecem mais freqüentemente que o tatu e o tamanduá, por exemplo. Conhecer a fauna e a flora regional é fundamental para o implemento de uma Educação Ambiental plena.
  • Esta oficina se desenvolve através dos princípios básicos da fotografia, princípios físicos e químicos. Busca aprimorar o olhar criativo por meio da simplicidade da câmera escura).
  • Verificar na construção das pipas sua relação com a matemática e com outras áreas é, sem dúvida, uma atividade que encanta as crianças. Os conhecimentos que norteiam a criação de uma pipa, seus materiais e suas relações com a matemática, com a física e com a geometria podem ser abordados durante a construção de inúmeras formas de pipa: Bidê, Arraia, Pipa Carioca, Asa Delta, Albatroz.
  • Esta oficina é um convite para as crianças aprenderem juntas a utilizar o valor educativo do jogo sustentado no envolvimento, na interação, na cooperação e na diversão.
  • Esta oficina aponta técnicas e metodologias para a apresentação e desenvolvimento de histórias com crianças. A partir de exercícios que estimulam a criatividade e a oralidade, os educadores experimentam diversas formas de trabalhar com esta arte milenar em suas práticas pedagógicas.